segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Cartório da 31ª Zona Eleitoral faz descarte sustentável de quase 1 tonelada de materiais

 Foram aproximadamente 860 kg de papel e papelão e 94 kg de plástico; dentre os resíduos estavam processos físicos antigos sem registro no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP), Requerimentos de Alistamento Eleitoral (RAES) antigos, muitos documentos



O Cartório da 31ª Zona Eleitoral do TRE baiano, que atende aos municípios de Valença e Cairu, fez o encaminhamento de quase uma tonelada de materiais para reciclagem (954kg). Foram aproximadamente 860 kg de papel e papelão e 94 kg de plástico. Os resíduos foram entregues a uma empresa da cidade que processa materiais recicláveis. Dentre os descartáveis estavam processos antigos sem Sistema de Controle de Processos Físicos (SADP), Requerimentos de Alistamento Eleitoral (RAES) antigos, muitos documentos sem validade, além de restos de bobinas de urnas que não serviam para serem reutilizadas.   

A iniciativa partiu da chefe de cartório, Carla Prazeres Bramont de Mello Nunes, que já havia feito um trabalho semelhante na 26ª Zona Eleitoral, em parceria com a 25ª ZE, no ano de 2018. Desta vez, ela contou que começou separando os processos que deveriam ir para microfilmagem e os que já poderiam ser descartados “essa tarefa ainda não consegui terminar, então acho que ainda teremos muito descarte, olhando sempre a tabela de temporalidade”. Para ter ideia do acúmulo, “tínhamos processos para enviar para a microfilmagem da década de 70. Cheguei no cartório em outubro do ano passado e comecei a fazer a triagem em novembro, mas veio a pandemia e tive que parar. É muito papel! ”, relembrou.

De acordo com a servidora, o cartório nunca tinha feito esse procedimento e que contou com a colaboração dos colegas para conseguir fazer o descarte do material. “O descarte era sempre de documentos que estavam à vista. Foram muitos anos de acúmulo de papel e já estávamos sem espaço físico para trabalhar e acondicionar os documentos atuais. Além de processos administrativos, livros, pastas de papelão danificadas e documentos (RAES e PETES) antigos. Tínhamos também bobinas de urnas que foram utilizadas nas eleições de 2016 e 2018 e que não poderiam mais ser reutilizadas nas urnas (são bastante pesadas), além dos comprovantes de testes realizados nas manutenções diárias das Urnas Eletrônicas (UEs). A caçamba da empresa de reciclagem saiu do Cartório cheia de material. Se os colegas não colaborassem seria impossível fazer tudo sozinha, contou grata. 


 HS


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